Repensando conceitos

Na adolescência acho que todo mundo quer ser diferente. Imprevisível, livre, leve e solto. Meio James Dean. Aí saímos fazendo todas aquelas bobagens clássicas além das brigas com os pais, que só mudam de endereço. A gente lê os poetas malditos e ouve músicas que nos incitam contra o sistema e a ordem das coisas.

Tá certo que na prática todo mundo mora com os pais, quando muito paga a conta de água, que é a mais barata, e no frigir dos ovos dança conforme a música. Resmungando, mas dança.

5 passos para superar a manifestação da sombra

Estas últimas semanas foram bem desafiadoras. Fiquei doente e isso desencadeou uma série de processos ligados à minha sombra.

Neste texto darei uma visão pessoal sobre os processos internos da sombra. Defino a sombra como características, sentimentos, energias e pensamentos que não dou atenção, que acredito que são negativos e/ou impróprios e relego a um canto empoeirado da minha mente. Só que na verdade, gostando ou não, me sentindo cômoda ou não com eles, eles também são parte do meu ser e merecem tanta atenção e polimento quanto qualquer outra característica tida como mais positiva. E se você não vai até a montanha de sentimentos relegados, essa montanha desaba na sua cabeça de vez em quando pedindo cuidados.

Hoje o post é bem autobiográfico. Deixarei as teorias e conceitos mais empregados sobre sombra para os próximos textos e compartilharei agora os cinco passos que elaborei para detectar, entender e superar os meus momentos de sombra.

O que realmente importa?

Tarde preguiçosa.

Menino curioso em férias escolares.

Leonardo olha na estante e vê o livro. Pensa um pouco e pergunta:

— Mãe, é muita coisa que realmente importa?

As pessoas são boas

Aline Campbell é uma artista plástica carioca que resolveu viajar pela Europa sem dinheiro. Este seria o resumo simplista e midiático do seu projeto. Seria o que chamaria a atenção de todos. Mas ao assistir o vídeo do projeto vemos muito mais. Aline questiona nossas relações e interações, nossos conceitos e preconceitos, nossos valores (que nem sempre são nossos).
Aline Campbell é uma artista plástica carioca que resolveu viajar pela Europa sem dinheiro. Este seria o resumo simplista e midiático do seu projeto. Seria o que chamaria a atenção de todos. Mas ao assistir o vídeo do projeto vemos muito mais. Aline questiona nossas relações e interações, nossos conceitos e preconceitos, nossos valores (que nem sempre são nossos).

De tanta coisa que ela diz no vídeo e que daria material para vários posts, hoje quero refletir sobre uma que sempre me incomodou: por que a mídia só mostra os acontecimentos e pessoas ruins?