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Por mais que caminhemos em uma praia, nunca traçaremos a mesma rota que outra pessoa que acabou de passar lá. Porque cada trilha é única. Cada pegada é única. A sua história única lhe ensinou a ver a vida sob um olhar único, a encontrar uma solução única, a desenvolver um produto único, a montar um negócio único, a ensinar de um jeito único.

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Trazer o assunto menstruação para o nosso Círculo foi um grande desafio. Afinal, não é um assunto que a maioria das mulheres escolheria. Mais fácil falar sobre a ditadura da beleza ou poder pessoal. E o assunto foi recebido com um pouco de estranhamento. Mulheres ficam menstruadas e pronto. Há mais o que se falar?

Siiiiim. Há muito que se falar. Há que se falar do nosso Universo interno, sobre as nossas “marés” íntimas, sobre como tudo isso é único e especial. Temos que ter consciência que somos “de Lua”, que passamos por várias fases no mesmo mês. E que isso nos faz mulheres e únicas.

Também há de se falar sobre como isso foi demonizado, rechaçado e expiado pela sociedade. Como isso foi tido como sujo, vergonhoso e pecaminoso, algo que deve ser escondido e não comentado. Ou por acaso você conhece muitas mulheres que falam abertamente que estão menstruadas?

Comecemos lembrando que em muitas sociedades antigas as mulheres foram consideradas divinas pelo fato de sangrarem todos os meses e não morrerem. Criavam-se estruturas para as mulheres se retirassem durante esse período e se abrissem para os aprendizados que ele provém. Além disso, esse sangue era devolvido à Terra de forma ritualizada e sagrada, como retribuição e fertilização do solo, fechando o ciclo de vida-morte-vida.

Infelizmente, em muitas outras sociedades, principalmente naquelas que deram origem à nossa atual cultura, o sangue foi visto como algo sujo e maldito, chegando-se ao ponto de isolar as mulheres menstruadas por serem impuras e poderem contaminar alimentos e crianças. Até hoje carregamos uma série de preconceitos sobre esse assunto, que vão de piadas de mau gosto a apelidos pejorativos.

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Este ano foi marcadamente, para mim, uma sequência de lições sobre a importância dos ciclos.
Foi um ano 9 (2+0+1+6) e isso reverberou em mim como uma onda de encerramentos e desconstruções. Uma série de opiniões e conceitos sobre a vida, negócios, espiritualidade e saúde ruíram, dando lugar a novos pontos de vista e experiências. Dificuldades e dores me fizeram encarar novamente as minhas sombras e descobrir ainda mais luzes que estavam disfarçadas.

Agora cabe honrar o fim deste ano e agradecer tudo o que aprendi. E o fim do ano coincide com o começo do Verão, cujo Solstício neste ano ocorre no dia 21 de dezembro. Então, vou juntar o fim de 2016 e o começo do Verão e de 2017 para criar um grande ritual pessoal de encerramento e recomeço. Bom, como fins também devem ser festejados vou fazer isso com um grupo de amigos na quarta-feira, em um parque local.

Para aqueles que não podem ir (a maioria, né, afinal é quarta-feira à tarde) eu resolvi criar um e-book com a sequência de atividades que vão marcar esse dia. Nele eu falo mais sobre ciclos, sobre o Solstício, como encerrar e agradecer 2016, a se sintonizar com a energia do Verão e a criar um quadro de sonhos para 2017.

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Qual é a mensagem que você apresenta para o mundo?
Se as pessoas pudessem te “ler”, o que absorveriam?

Hoje durante uma conversa com uma pessoa amada, dei de cara com a frase “Você é uma mensagem” gravada no seu chaveiro. A pessoa, membro dos Alcoólicos Anônimos, me explicou que essa frase faz parte de uma orientação aos membros. Muito mais do que falar/orientar, o membro deve ser a personificação da mensagem que está tentando passar: a mensagem da superação, da volta por cima, do reagrupamento dos cacos após a dilaceração do alcoolismo na sua vida. Ele É a mensagem.

Fiquei com aquilo na cabeça. Tomei isso como a minha #liçãododia. Não posso evitar em trasladar esse ensinamento para a minha vida na espiritualidade.

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