O que você mais alimenta?

Tudo na vida tem um tempo, até o amadurecimento de algumas lições. Ouvimos repetidas vezes uma frase ou história, mas mesmo assim parece que não a entendemos inteiramente.

Nestes últimos dias, pensando sobre as minhas sombras e os momentos em que me autossaboto, lembrei daquela conhecida história sobre os dois lobos que habitam nossa mente.

5 passos para superar a manifestação da sombra

Estas últimas semanas foram bem desafiadoras. Fiquei doente e isso desencadeou uma série de processos ligados à minha sombra.

Neste texto darei uma visão pessoal sobre os processos internos da sombra. Defino a sombra como características, sentimentos, energias e pensamentos que não dou atenção, que acredito que são negativos e/ou impróprios e relego a um canto empoeirado da minha mente. Só que na verdade, gostando ou não, me sentindo cômoda ou não com eles, eles também são parte do meu ser e merecem tanta atenção e polimento quanto qualquer outra característica tida como mais positiva. E se você não vai até a montanha de sentimentos relegados, essa montanha desaba na sua cabeça de vez em quando pedindo cuidados.

Hoje o post é bem autobiográfico. Deixarei as teorias e conceitos mais empregados sobre sombra para os próximos textos e compartilharei agora os cinco passos que elaborei para detectar, entender e superar os meus momentos de sombra.

Não se importar com o que as outras pessoas dizem

“As pessoas admiram suas qualidades em silêncio, e julgam seus defeitos em voz alta.” Assim começa o texto de Nathali Macedo onde ela analisa as pessoas, suas reações, a forma como interagem e como devemos reagir àqueles que, no mínimo, não querem que cresçamos.

Sobre as pequenas grandes mudanças

O estalo veio com o vídeo abaixo, mas desse estalo questões e ideias surgiram.

Muitas vezes me perguntei como mudei alguns conceitos, atitudes, opiniões. Como resolvi aqueles percalços que pareciam o fim da trilha. Como a pessoa que hoje aparece no espelho conseguiu superar problemas e tormentos que ainda observo naqueles que me cercam. E não acho o “ponto da virada”. Não consigo exemplificar como resolvi ou porque desencanei de determinadas coisas. Não consigo lembrar do momento que eu disse um basta.

Porque esses momentos não existem na maioria das vezes. Salvo momentos cruciais da minha vida, que ainda posso discutir se houve ou não uma trombeta tocando anunciando a grande transmutação, no geral a vida é feita de pequenas mudanças. Como no vídeo.