O que te move?

Podcast sobre o primeiro capítulo do livro “Mais Rápido e Melhor” de Charles Duhigg, o mesmo autor do ótimo livro “O Poder do Hábito”, com algumas perguntinhas! ;)

Você acredita que tem participação nas coisas que lhe acontecem?
Ou acredita que tudo tem origem externa e não pode controlar?
Você faz as coisas porque “têm que fazer”?
Ou escolhe fazer aquilo por algum motivo seu?
Escolher nossos porquês é a grande chave para superarmos trechos difíceis do caminho. Nem tudo está exatamente como gostaríamos, mas escolher fazer algo por algum motivo que faça sentido alavanca a nossa trajetória.

Por que paramos de surpreender as pessoas?

Era para ser somente mais uma compra de mais um produto. Bem verdade que era um produto produzido através de um crowndfunding e a sua proposta era bem interessante, mas na verdade a expectativa restringia-se a ver como era o produto pessoalmente.

E um belo (e aguardado dia) o carteiro toca a campainha com o pacote. E as surpresas começam:

Com quem está o nosso poder?

Recentemente meu marido me contava um pequeno acontecimento no supermercado. Faltava cerca de meia hora para encerrar as atividades e a atendente da área de frios estava toda afobada. Queria terminar logo porque desejava ir ao culto de sua igreja, que se iniciaria em dez minutos. Segundo ela, seu desespero vinha do fato que o pastor ficava muito bravo com as pessoas que chegavam atrasadas.

Nesse desespero todo, começou a trabalhar de forma atrapalhada. Segundo meu marido, da forma como ela estava angustiada e acelerada, poderia acabar se machucando na máquina de fatiar ou com as grandes facas de corte.

Mais simplicidade, por favor

Em todas as reuniões dos Alcoólicos Anônimos é proferida a Oração da Serenidade.

Como já contei no post anterior, o mantra Só por hoje brotou na minha mente no meio de uma crise de ansiedade. E me devolveu a alma, que já estava de saco cheio de tanta confusão interna.

Depois dessa epifania de presença plena, comecei a pensar em tudo que estava me pressionando e como eu ainda precisava tirar coisas da minha vida.

E eu, tão amante da simplicidade voluntária e do minimalismo, resolvi reescrever a oração da minha infância. Agora eu rezo a Oração da Simplicidade.