O que sentimos quando a sombra se manifesta?

Mais um podcast sobre as sombras.

Já estamos combinados que elas existem, né? (dúvidas? ouça o podcast anterior)

Tá, mas E DAÍ? Faz diferença?

Rapaz, ô se faz! As sombras têm várias formas de se manifestar e a sua especialidade é enfiar a gente em uma montanha russa de emoções!

Quer saber onde elas se escondem, como nos afetam e de que forma se manifestam? Então ouça o meu último podcast:

Novo podcast!

Muitas novidades fervilhando!

A primeira é que vou fazer um evento presencial, elaborado com todo o carinho: o Workshop DESTRALHE SUA MENTE – Libere suas sombras internas e descubra sua força interior!

Um dia inteiro para mergulharmos no nosso mundo interno e liberarmos nossas as sombras. Mas, afinal, o que são as sombras?

Hackeando a tristeza

Este é o último post do que chamarei “Trilogia da Dor” (aqui estão o primeiro e o segundo posts), onde destrinchei e refleti sobre um processo de dor que estou passando.

Quando escrevi sobre honrar o estado de espírito, senti que ficou faltando falar algumas coisas. Claro que temos que honrar o que estamos sentindo e entender o que esse sentimento traz de aprendizado. Mas isso não significa que vamos ficar jogados na cama, sofrendo e chorando, pois esse é nosso estado no momento.

Um estado de espírito em descompasso com o seu projeto significa apenas que você terá que fazer as coisas diferentes. Com outro jeito, com outra energia. Mas, sim, você tem que fazer algo! Não jogue o bebê com a água do banho.

Porque perder dói tanto

A dor é um dos maiores medos da humanidade (provavelmente de todos os seres vivos). Muitas vezes tomamos atitudes (ou deixamos de tomá-las) com medo de sentir dor. Deixamos de tentar, de olhar mais fundo, de reagir, de se impor ou de respeitar a opinião alheia por medo da dor.

Esta semana escrevi um post falando sobre o meu estado de espírito, comentando vagamente que meu fim de semana tinha sido doloroso. Foquei-me em falar sobre a importância de respeitarmos nosso estado de espírito e sermos coerentes com o nosso mundo interno. Mas esse estado de espírito despertou mais reflexões profundas que quero compartilhar aqui.

Então vou começar contextualizando o que aconteceu: no último final de semana tive que sacrificar a minha cachorra de dezessete anos, após um súbito AVC que lhe retirou praticamente todos os movimentos. Foi profundamente doloroso e influenciou minha energia até agora.