Entre pontos e portos

Em alguns momentos da vida, caminhamos entre pontos – pontos-pessoas, pontos-lugares, pontos-ideias, pontos-medos, pontos-lições. Passamos por esses pontos e colhemos o que precisamos (bem ou mal). Mas são passagens, estágios, trechos que ficarão na história. Alguns nós revisitamos algumas vezes – e nesses casos acredito fortemente que é porque ainda temos coisas a colher (bem ou mal). Viram história, lembrança, crença (limitante ou potencializadora), foto ou queixa.

Mas também somos abençoados com portos – portos-pessoas, portos-lugares, portos-ideais, portos-valores, portos-propósitos, portos-experiências. Estes são aqueles que marcam profundamente a nossa jornada, interna ou externamente. A eles voltamos continuamente, em corpo e/ou alma. Para reencontrá-los, chegamos a mudar nossa rota.

Por que paramos de surpreender as pessoas?

Era para ser somente mais uma compra de mais um produto. Bem verdade que era um produto produzido através de um crowndfunding e a sua proposta era bem interessante, mas na verdade a expectativa restringia-se a ver como era o produto pessoalmente.

E um belo (e aguardado dia) o carteiro toca a campainha com o pacote. E as surpresas começam:

Com quem está o nosso poder?

Recentemente meu marido me contava um pequeno acontecimento no supermercado. Faltava cerca de meia hora para encerrar as atividades e a atendente da área de frios estava toda afobada. Queria terminar logo porque desejava ir ao culto de sua igreja, que se iniciaria em dez minutos. Segundo ela, seu desespero vinha do fato que o pastor ficava muito bravo com as pessoas que chegavam atrasadas.

Nesse desespero todo, começou a trabalhar de forma atrapalhada. Segundo meu marido, da forma como ela estava angustiada e acelerada, poderia acabar se machucando na máquina de fatiar ou com as grandes facas de corte.

Podcasts do Caminhando em Beleza

Podcast: Décima Segunda Profecia #03 – Ciência x Religião

Mais um podcast do Caminhando em Beleza e continuo a falar sobre o livro “A Décima Segunda Profecia”.

O livro traz o seguinte conceito: durante a Era Medieval a religião respondeu todas questões da sociedade ocidental. Com o Renascimento, esse papel passou a ser exercido pela ciência. Mas ainda restam perguntas sem respostas.