Honre seu estado de espírito

E, de repente, seu planejamento vira confete. Planilhas e cronogramas, tão lindos no papel, não conseguem virar realidade. Em alguma encruzilhada elas se despediram do seu Eu e o descompasso reina. E agora? A resposta do mundo geralmente é: força a barra! Vai aos trancos e barrancos! No pain, no gain! (ai, como eu odeio essa frase)

Mas, antes de ativar o modo Rambo, paro e me pergunto: quem sabe mais sobre mim, as planilhas ou a minha alma? O que as planilhas realmente entendem do fluxo da vida, dos aprendizados do caminho, das dores e lições do mundo?

Repensando conceitos

Na adolescência acho que todo mundo quer ser diferente. Imprevisível, livre, leve e solto. Meio James Dean. Aí saímos fazendo todas aquelas bobagens clássicas além das brigas com os pais, que só mudam de endereço. A gente lê os poetas malditos e ouve músicas que nos incitam contra o sistema e a ordem das coisas.

Tá certo que na prática todo mundo mora com os pais, quando muito paga a conta de água, que é a mais barata, e no frigir dos ovos dança conforme a música. Resmungando, mas dança.

O que realmente importa?

Tarde preguiçosa.

Menino curioso em férias escolares.

Leonardo olha na estante e vê o livro. Pensa um pouco e pergunta:

— Mãe, é muita coisa que realmente importa?

As pessoas são boas

Aline Campbell é uma artista plástica carioca que resolveu viajar pela Europa sem dinheiro. Este seria o resumo simplista e midiático do seu projeto. Seria o que chamaria a atenção de todos. Mas ao assistir o vídeo do projeto vemos muito mais. Aline questiona nossas relações e interações, nossos conceitos e preconceitos, nossos valores (que nem sempre são nossos).
Aline Campbell é uma artista plástica carioca que resolveu viajar pela Europa sem dinheiro. Este seria o resumo simplista e midiático do seu projeto. Seria o que chamaria a atenção de todos. Mas ao assistir o vídeo do projeto vemos muito mais. Aline questiona nossas relações e interações, nossos conceitos e preconceitos, nossos valores (que nem sempre são nossos).

De tanta coisa que ela diz no vídeo e que daria material para vários posts, hoje quero refletir sobre uma que sempre me incomodou: por que a mídia só mostra os acontecimentos e pessoas ruins?