Começa agora um novo trecho da jornada…

 

Querid@ visitante, muito, muito bem vind@!

Traduzir em palavras o que sinto e penso neste momento será o meu grande desafio. Sabe aquela coisa de passar um filme na cabeça em cinco segundos? Pois é…

Ver este sonho se manifestando com certeza foi o momento mais ansiado de 2015. Mais até do que a minha exoneração.

Isso porque neste momento me dou um enorme presente: assumir meus talentos e apresentar ao mundo o que a minha alma realmente quer fazer.

Poxa, Elisa, mas é só um site. Com umas paginazinhas e um layout básico minimalista. (:P) Qual a dificuldade nisso?

A dificuldade é convencer nossas vozes internas, aquelas que insistem em nos nivelar na média (seja lá o que for isso). Olhar para seus sonhos e acreditar em si, crer-se capaz de manifestar todas as suas potências adormecidas.

Chegar aqui foi um árduo exercício de negociação. Com o mundo, com minhas finanças, com meus companheiros de jornada mas, mais do que tudo, com meus anjos e demônios interiores.

Somos tão bons em dar força aos outros, não é? Em criar planos, estratégias e projetos inovadores para nossos empregadores. Em atuarmos como atentos e solidários ouvintes dos nossos amados. Em analisarmos as circunstâncias políticas e financeiras do mundo com olhar amplo e crítico.

Então, por que nos sentimos tão frágeis perante nossas dúvidas, dores, dificuldades e incertezas? Por que parece que quando nossos calos apertam a pessoa que faz tudo o que eu mencionei no parágrafo anterior não aparece? Diz que vai buscar cigarro na esquina e não volta?

Bom, eu sei porque EU fazia isso. Porque dói. Dói quando me sinto impotente. Dói ter que por em prática um plano que muda tudo. Dói (re)negociar com as pessoas ao meu redor. Dói me posicionar. Dói olhar minhas falhas, minhas vergonhas, minhas incompetências. Dói. Muito.

O grande pulo do gato foi quando percebi: sempre vai doer enquanto eu não resolver. Dói mexendo ou não mexendo. Os monstros seguiram lá, nas sombras, me deixando em constante e desgastante estado de alerta. As vozes internas me lembravam de tudo que eu não queria trazer à luz. As máscaras ficaram cada dia mais pesadas e desconfortáveis, até o dia que, chocada, não me reconheci no espelho.

E aí começou a faxina, mais educadamente conhecida como reforma íntima. Textos, cursos, vídeos, amigos… Tantas ferramentas me foram disponibilizadas no caminho. Nem tenho palavras para agradecer cada uma, cada pequeno raio de luz que desfazia lentamente a sombra.

Você já se ralou? E qual a primeira coisa que se faz para começar o processo de cicatrização? Ensaboar, que dói dez vezes mais! Depois colocar antisséptico, que também dói horrores. Aí aplicar um medicamento, que arde tanto que você vê estrelas.

Pois é… Foi mais ou menos assim que aconteceu comigo. Doeu muito, mas que alívio quando cada ferida emocional dessa se cura! Como diz a imagem de abertura deste post, valeu a pena. Minha alma é enorme. Todas as almas são enormes! _/|\_

Ah, chega! Vamos falar da parte boa, pô! ;)

Hoje finalmente chegou, e estou imensamente feliz por estar aqui! Profundamente grata a todos que passaram pelo meu caminho, me ajudando nesse processo de cura. (Aviso aos caminhantes: todo mundo cruza nosso caminho pra curar, mas nem sempre docemente. Só pra constar.)

E, principalmente, gratidão a você que está aqui comigo! Gratidão por permitir que minha alma se manifeste!

Espero que caminhemos juntos mais vezes! Você pode saber das minhas novidades assinando minha newsletter, onde eu mostro as paisagens da minha jornada! O que estou vendo, lendo, ouvindo e amando!

Que haja beleza em seu caminho! E sigamos todos pela luz!

Elisa Rodrigues Autor

Buscadora. Inquieta. Sonhadora. Rabugenta (às vezes). Cheia de ideias. Principalmente, alguém que exercita diariamente um olhar de encantamento para beleza do mundo.