Mundo Interior

Quando a gente nasce, correm nos contar como é a vida. Suas regras, suas formas.
O que se deve e o que não se deve fazer.
Quem você deve escutar e quem não.
Quando falar a verdade e quando não. (pois é…)
Como se portar perante algumas pessoas e perante outras. (pois é…)
Onde você pode andar e onde não pode.

E você cresce achando que as respostas estão nos outros. Que tudo tem que passar pelo crivo alheio. Que as chaves para a sua felicidade estão no que é “aceito”.

A partir de um determinado momento, você esconde tudo o que está pulsando no seu mundo interno a fim de ser aceit@, adequad@. Passa anos se mutilando, se moldando, usando coisas desconfortáveis (roupas, sapatos, sorrisos, ideias, cargos…)

Até que uma bendita hora você pára (seja por um sonho, um infarto, um insight, um esporro…). E aí vem a grande missão: resgatar tudo aquilo que ficou escondido no armário da alma. O inadequado, o inaceitável. Mas simplesmente o que lhe fazia realmente você. O que lhe fazia únic@, brilhante e especial.

É hora de ressignificar e jogar fora o que lhe disseram para ser e fazer. Bora começar a faxina?!

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Podcast sobre o primeiro capítulo do livro “Mais Rápido e Melhor” de Charles Duhigg, o mesmo autor do ótimo livro “O Poder do Hábito”, com algumas perguntinhas! ;)

Você acredita que tem participação nas coisas que lhe acontecem?
Ou acredita que tudo tem origem externa e não pode controlar?
Você faz as coisas porque “têm que fazer”?
Ou escolhe fazer aquilo por algum motivo seu?
Escolher nossos porquês é a grande chave para superarmos trechos difíceis do caminho. Nem tudo está exatamente como gostaríamos, mas escolher fazer algo por algum motivo que faça sentido alavanca a nossa trajetória.

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Há muitas eras atrás, nós mulheres formávamos a base da aldeia, o grupo forte de mantinha tudo unido, porque nos ligávamos para buscar a harmonia e bem-estar comuns.

Depois, passamos a buscar nossos caminhos individuais, a disputar o que nem sabemos o que é, a querer seguir um caminho yang, totalmente diferente da nossa energia primordial.

Agora, novos tempos florescem, onde a palavra sororidade brota como uma nova força e ensinamento. Depois de trilharmos ambos os caminhos, que busquemos finalmente o caminho do meio.

E.T.: Sororidade é a união e aliança entre mulheres, baseado na empatia e companheirismo, em busca de alcançar objetivos em comum. O conceito da sororidade está fortemente presente no feminismo, sendo definido como um aspecto de dimensão ética, política e prática deste movimento de igualdade entre os gêneros.


A palavra sororidade não existe na língua portuguesa, havendo apenas uma palavra muito semelhante – fraternidade. Ambas as palavras vem do latim, sendo sóror irmãs e frater irmãos. Mas, na nossa linguagem usual, ficamos apenas com a versão masculina do termo – e cada um tire desse fato uma lição.

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