Vivências

Este texto foi publicado originalmente no jornal “Tablóide de Vargem Grande Paulista”

 

Vivemos uma cultura que não sabe lidar com fins, seja de relacionamentos, de empregos, de ciclos ou de vidas. A cada fim de ano temos um exemplo claro disso. Começamos a ouvir expressões de desgosto, impotência e ansiedade. “Caramba, não consegui fazer nada da minha lista de réveillon.” “Nossa, o ano passou e nem percebi.”

Não sabemos viver o presente nem intencionar o futuro. Desperdiçamos nosso dia como se o tempo fosse interminável. Começamos janeiro olhando para o ano como se houvesse tempo para tudo, mas chegamos a novembro sem termos posto em prática nada do que queríamos.

Minha proposta para este fim de ano é que olhemos para o fim deste ano com o olhar pleno de encerramento. Encerra-se este ano. Encerra-se este ciclo.

Deixamos para trás tudo o que nos incomodou, magoou, nos atrapalhou. Olhamos para cada incidente difícil com olhar de despedida, entendendo e agradecendo a lição aprendida. Olhamos para cada bênção com olhar de encantamento, guardando no coração a energia recebida.

Finalmente, de posse dessa sensação de fim, vislumbramos 2018 com o olhar limpo e atento para as possibilidades, sonhos, metas e projetos. Programamos nossos passos e criamos nossas estratégias para que realmente haja a manifestação de um novo ano.

Que assim seja e assim se faça!

 

 

 

P.S.: Se você quer ajuda, no dia 17/12 vou fazer a palestra “Adeus Ano Velho”, onde vamos aprender estratégias para liberar nossas mágoas e dificuldades e nos abrir para o novo ano que virá! Veja no meu calendário de eventos.

 

Read more

Uma das principais vantagens de estarmos em grupo é podermos apoiar o desenvolvimento uns dos outros. Aliás, na minha opinião, é A vantagem.

Ler e estudar sozinho é bom, mas podermos desbravar um assuntos juntos é o máximo!

Fiz uma experiência piloto em abril deste ano com pessoas mais próximas para meditarmos sobre prosperidade e abundância e o resultado foi lindo! Se nem todos atingiram seus objetivos pessoais (eu me incluo), mas acredito que todos aprendemos muito uns com os outros. Desse piloto surgiram ideias e ajustes para meu novo projeto: um Grupo de Estudos via Whatsapp do livro “As sete leis espirituais do sucesso” do Deepak Chopra.

Funcionará assim: durante nove semanas estudaremos o livro através de uma monitoria minha em um grupo do Whatsapp. Todo domingo eu posto um áudio explicando um capítulo e durante a semana discutiremos o assunto, compartilhando conteúdos e insights.

Read more

Ontem já tive um lindo bate papo com a Paula Quintão sobre o Inverno e a sua importância ao nos ensinar o tempo de pausar e nos aprofundar (para assistir clique aqui).

Hoje, 21/06/2017, finalmente é Solstício de Inverno! Um dia lindo e cheio de significados.

E para compartilhar isso com você, criei uma sequência de áudios e exercícios explicando:

  • A importância dos ciclos
  • A beleza do Inverno
  • Como adentrar na nossa caverna interna
  • O tempo para repensar
  • Como fazer uma Roda da Vida
  • O momento de separar as nossas sementes
  • O Diário da Colheita
  • O que significa o Solstício de Inverno
  • Como desapegar do que não queremos manter
  • Como entregar as sementes dos nossos futuros plantios

Para baixar essa linda vivência que criei para honrar o Solstício e o nosso Mundo Interno, é só preencher o formulário abaixo

 

 

 

Read more

Somos a intersecção de uma grande rede de pessoas, os nossos ancestrais. Carregamos em nossos corpos físicos, mentais e energéticos histórias, dores, dramas, conflitos, questões, dificuldades, abusos, medos e crenças que fizeram parte da trajetória pessoal e familiar deles.

Nossa sociedade atual trabalha em um movimento individualista, que afasta as famílias e desemboca no esquecimento dos idosos e das histórias familiares. Com isso, perdemos elementos importantes para análise de nossa vida e de nossa bagagem consciente e inconsciente. Perdemos a possibilidade de comparar eventos atuais com possíveis situações anteriores similares e traçarmos a repetição de fatores entre as gerações.

Analisar a história de nossas mães, tias, avós, bisavós, pode trazer à luz uma série de crenças e dificuldades que temos e para as quais não encontramos resposta ou embasamento. Pode colocar uma nova perspectiva à forma com que nos relacionamos com Masculino, em especial nossos parceiros e filhos, e às autoridades em geral. Pode explicar medos e dores que sentimos sem um motivo real. Pode mostrar que essa linhagem pede a cura e o encerramento de um comportamento nocivo ou um círculo vicioso de erros, para que eles não cheguem até as próximas gerações.

Read more